«A série de três livros Millennium escrita pelo sueco Stieg Larsson é considerada o primeiro grande marco da literatura do século XXI.»
In Com Out

«Stieg Larsson escreveu a série Millennium, uma série de investigação pseudojornalística de ficção que tem um grande mistério pelo meio e que se calhar explica também a morte do autor. Mas o melhor é ler.»
Nuno Rogeiro, In Sociedade das Nações

«Depois de um primeiro tomo da trilogia Millennium a espera por novas aventuras de Mikael Blomkvist e Lisbeth Salander acabou por compensar. (…) o segundo (volume) não dá tempo para respirar, embora, pelo número de páginas (…) não se possa dizer que se lê de um fôlego. Mas lê-se sem esforço, muito pelo estilo de escrita de Larsson, pela espessura dos próprios personagens, pela riqueza do detalhe que leva o leitor até uma Suécia diferente daquela que imagina.»
Os Meus Livros

«Desta vez é a personagem feminina que lidera praticamente toda a acção das 611 páginas do segundo volume do tríptico Millennium de Stieg Larsson, que torna a leitura desta espécie de policial kafkiano ainda mais emocionante que o anterior.»
João Céu e Silva, Notícias Sábado

«Tal como o primeiro volume, A Rapariga que Sonhava com uma Lata de Gasolina e um Fósforo é um livro longo mas de boa leitura, escrito com persistente e tranquila clareza, com um sentido do bem e do mal que por vezes faz pensar em literatura juvenil (para adultos) e com um elenco de personagens que conseguem ao mesmo tempo ser excêntricas e ter alguma profundidade.»
Luís M. Faria, Expresso

«E depois deste (III volume da trilogia)... já não há mais. A série Millennium, do sueco Stieg Larsson, estava pensada para 10 volumes. Mas o escritor morreu antes de conseguir acabar o quarto. Mikael Blomkvist e Lisbeth Salander regressam naquele que para alguns é o melhor da trilogia.»
Ípsilon – Público

«No segundo volume da famosa trilogia assinada por Stieg Larsson, os cabos que ainda nos atavam a alguma tradição policial de tempo e espaços delimitados como palco para uma mise en scène (…) de um qualquer detective, profissional ou amador, ardem rapidamente. A violência não tem escala que a consiga medir, o prazer é sádico, o suor de quem luta pelo poder é inebriante. (…) Testada a qualidade fica apenas o aviso: as feridas abertas nestas 611 páginas de A Rapariga que Sonhava com uma Lata de Gasolina e um Fósforo só vão cicatrizar com a leitura do terceiro volume da saga Millennium.»
Rui Lagartinho, Time Out

«O segredo das aventuras de Mikael Blomkvist e Lisbeth Salander está no seu carácter viciante: quem começa a ler, não consegue parar. Na internet encontram-se relatos das insónias de pessoas que leram os livros (cada um com cerca de 500/600 páginas) de uma só vez, bem como descrições da síndrome de abstinência por que passaram os mais «agarrados», antes da publicação do volume seguinte.»
José Mário Silva, Ler

A série de três livros Millennium escrita pelo sueco Stieg Larsson é o primeiro grande marco da literatura policial do século XXI. A leitura do primeiro volume da série é uma experiência inesquecível. (…) Em Os Homens Que Odeiam as Mulheres, juntam-se a até aqui mais improvável das duplas: Mikael Blomkvist, jornalista de economia, meia-idade, imerso em OPAS, acções e burlas financeiras, e Lisbeth Salander, 24 anos, uma hacker rebelde capaz de passear discreta nos ficheiros de qualquer computador. Uma Pipi das Meias Altas um pouco mais crescida que trocou as tranças por piercings e tatuagens. Estando assim criadas as condições para um policial mergulhado num mundo cibernético e financeiro altamente conceptual e frio, o que acontece é precisamente o contrário. Gelada, aqui, só mesmo a paisagem da Suécia profunda no Inverno. Tudo o resto trepida.
Rui Lagartinho, Time Out, Julho de 2008

“Retrato poderoso e fiel deste tempo conflituoso e inquietante em que as mulheres são abusadas.(…) Ao escrever estes policiais (Stieg Larsson), aproveitou para levar a cabo uma exaustiva análise social e psicológica servida por uma história extremamente bem arquitectada e cheia de suspense baseada nos três poderosos pilares do novo Milénio: sexo, dinheiro e poder.”
Helena Vasconcelos, Público, 27.06.08

“Quem lê “Millennium”, passa a palavra e diz a outros para também lerem. A mensagem vai passando em conversas e através da Internet e foi assim que três livros com títulos como “Os Homens que Odeiam as Mulheres”, “A Rapariga que Sonhava com uma Lata de Gasolina e um Fósforo” ou “A Rainha no Palácio das Correntes de Ar”, que têm por base uma intriga policial e se passam na Suécia, se transformaram em fenómeno mundial.”
Isabel Coutinho, Público-Ípsilon, 27.06.08

“Já não há desculpa para quem não gosta de ler policiais e a justificação é Stieg Larsson e a sua série Millennium. (…) O fenómeno já ultrapassou as fronteiras suecas e, há dois meses, a tradução francesa dos três volumes desta série ocupava os três primeiros lugares da tabela de vendas, enquanto na Inglaterra a tradução do segundo e terceiro foram apressadas devido à recepção muito favorável e nos EUA já vendera seis milhões.”
Notícias Sábado, 28.06.08

“Será provavelmente uma das melhores leituras para estas férias. (…) Num estilo veloz, muito seguro e hábil no suspense e no cruzamento das linhas narrativas, Larsson explora a dura realidade de uma sociedade ‘ideal’ agora minada pela corrupção, pelos fundamentalismos, pela violência gratuita, pelas perversões sexuais e por uma misoginia feroz.”
Filipa Melo, Sol, 05.07.08

”A avaliar pelo primeiro volume, este Os Homens que Odeiam as Mulheres, a história possui qualidades para se impor por si mesma. Trata-se de um mistério «thriller» em torno de uma adolescente que desapareceu há 40 anos. (...) As reviravoltas espantam e convencem. Se os demónios são familiares, a ternura final da história é bem característica de uma certa linha europeia de policial, que não deixa por isso de ser eficaz.”
Luís M. Faria, Expresso, 12.07.08

”Fenómeno de vendas na Suécia (e não só), a trilogia póstuma Millennium, do romancista Stieg Larsson, ainda agora começou a ser editada em Portugal e já está a criar uma legião de fãs. (...) O êxito de Larsson, diga-se, é mais do que justificado. Com uma construção narrativa perfeita e um ritmo febril (que cedo transformam a leitura num vício compulsivo), Os Homens que Odeiam as Mulheres lê-se numa penada, apesar das suas mais de 500 páginas.”
José Mário Silva, Ler, 01.09.08

«Um fenómeno editorial fora do comum e um autor de excepção.»
Le Nouvel Observateur

«O livro está mais próximo de Agatha Christie do que de Henning Mankel. Está mais ligado à procura da verdade enquanto exercício intelectual, como um puzzle de emoções, do que a um obscuro processo comprometido pelas dificuldades e os obstáculos da vida real.»
The Independent

«Um romance empolgante, cheio de paixão, com um forte sentido evocativo dos lugares e uma subtil intuição para penetrar nas mentes corruptas e venais. É uma pena que uma carreira potencialmente tão brilhante tenha acabado antes de começar, mas pelo menos os leitores podem desfrutar deste livro e esperar ansiosamente pelos dois volumes seguintes.»
The Observer

‘A publishing sensation, an accomplished crime writer who seemingly came from nowhere … Crime fiction has seldom needed to salute and mourn such a stellar talent as Larsson’s in the same breath’
Sunday Times

‘The journalist and the hacker are ingenious, believable creations… In the end, the novel becomes, among other things, something of a tender love story... This is a striking novel, full of passion, an evocative sense of place and subtle insights into venal, corrupt minds.‘
Observer

`The ballyhoo is fully justified… The novel scores on every front – character, story, atmosphere and the translation’
The Times

‘Anticipation of the treats in store in the remainder of the trilogy are, sadly, tempered by the knowledge that shortly after presenting his manuscript, Larsson died of a heart attack aged 50… [but] his perceptive insights into the abuse of power by both individuals and institutions are designed to reach a wider readership than he could ever have imagined.’
Sunday Telegraph

‘Swedish crime fiction, like the country itself, has both class and a social conscience. It was only a matter of time before it produced its own War And Peace… This behemoth of a novel [is] not only all-encompassing in its themes with a cast of dozens but also so physically huge that if you want to stay up all night devouring it, as you undoubtedly will, you'll have to sit at the kitchen table. It's far too heavy to read in bed….The plotting and pacing are masterful. No wonder Europe has gone wild over Blomkvist and his riveting sidekick’
Sydney Morning Herald

‘The style is leisurely and detailed, the plot interesting and credible but above all the heroine is splendidly original…an extraordinary book’
Literary Review

‘A rip-roaring serial-killer adventure’
Mail on Sunday

‘A multi-layered, multi-charactered tale by a writer of some considerable power.  Full of social conscience and compassion, with considerable insight into the nature of corruption, it just knocked me out… a blend that is as mesmerizing as it is insightful into human motivations … This could be the crime-fiction novel of 2008’
Ali Karim, Shotsmag

‘If you’re a reviewer, you sometimes find the hype surrounding certain books a little OTT. In the case of The Girl With the Dragon Tattoo, every word of praise that’s been pinned to it is richly deserved...The book is dark and absolutely compelling…The Girl With The Dragon Tattoo is one of the finest crime fiction novels it’s been my privilege to read… Even if the two remaining books in the trilogy are only half as good, Larsson will have left a formidable legacy.’
Sharon Wheeler, Reviewing the Evidence

‘A long thriller [that] sustains the reader’s interest, partly because its well plotted but more, perhaps, because of the anger Larsson directs at his targets…Highly effective and a very good read: I look forward to the sequels.’
Spectator

‘The first in the trilogy of thrillers by a former political journalist who writes with pace, power and authority on every page. Not to be missed.’
Classic FM

‘Stieg Larsson’s ambitious debut novel is a potent package…It boasts a timely over-riding theme…a remarkable and distinctive punk heroine, a fascinating portrait of some aspects of modern Sweden, and a steadily accelerating narrative of … great verve and brio… This is a book of great scope and veracity, astonishing for a first novel’
Bob Cornwell, Tangled Web

‘An epic crime story…[a] tightly woven crime thriller that pushed all the right buttons’
Buzz!

‘Combines a good story with haunting characters and crusading message’
EuroCrime.com

This book is a SENSATION!!!, and without a doubt likely to be one of the top thrillers of this - or any other - year! this is CLASSIC crime fiction… the mystery enthrals to the very end. And it's not without its serious side - this is also an impassioned social commentary on the author's part both of sex crime in his native land and the twisted morals of some of its high-flying financial players....Truly fresh, totally compelling, The Girl with the Dragon Tattoo deserves to be just as popular as the early Henning Mankell - and then some!
Readings Books Review (Australia)